sábado, 26 de abril de 2014

PSICOEDUCAÇÃO COM CRIANÇAS ATRAVÉS DE LIVRINHOS

Olá!!! É com alegria que eu apresento personagens muito queridos, que através de suas estórias vão nos mostrar que nossos pensamentos tem um forte poder, que podem nos ajudar e fazer com que possamos ajudar outras pessoas.

Nessa primeira estória veremos como o Passarinho Piu-piu consegue vencer o medo de voar!!!
























 Muitas vezes nós sentimos medo por achar que não somos capaz de fazer algo ou por não conhecer bem alguma coisa! Nessa hora, o poder da informação, pensamentos que ajudam e ter um amigo ao lado, podem ajudar, que tal tentar?






terça-feira, 21 de janeiro de 2014

O PRIMEIRO DIA DE AULA


O primeiro dia de aula ou a volta às aulas pode acontecer de forma diferenciada para cada criança, pois a reação da criança a esse evento pode ser influenciado por diversos fatores, como por exemplo: sua idade, pelo seu temperamento e/ou pelo nível de socialização e independência dessa criança. Contudo, independente desses fatores, espera-se que ainda no primeiro mês a criança já esteja adaptada ao ambiente escolar. Para tanto é importante que os pais estejam atentos para o seu próprio comportamento.


Muitos pais queixam-se do choro ou zanga dos filhos ao deixá-los na escola, porém não se dão conta das expressões de pena, angustia ou irritação em seus rostos ao executar a árdua tarefa de levá-los à escola. É claro que pode ser frustrante para o pai supor que seu filho não consegue ser "independente" o suficiente para ir para escola sem choros ou pensar que ele não vai se adaptar como as outras crianças. Porém essa insegurança dos pais aparece muito mais como reflexo da cobrança social da 'criança perfeita' do que de um problema real.

O choro ou birra no início ou volta às aulas é, na maioria das vezes, uma reação normal. A criança acostumada a ter uma rotina de cuidados com a presença dos pais ou cuidadores sente medo e/ou desconforto ao perceber a mudança eminente e a única forma que ela tem de expor o que está sentindo é através do choro ou birra - uma vez que ainda não é capaz de expor seus sentimentos verbalmente com eficácia.

Nesse caso é necessário que os pais tentem segurar a ansiedade e insegurança, aceitem que terão que fazer algumas viagens para escola embalados pela melodia dos choros e aproveitem esse momento para demonstrar segurança e ajudar a criança a entender o que ela está sentindo. Mas como demonstrar segurança se muitas vezes os pais não estão seguros do que estão fazendo?

Pensando assim é importante que os pais visitem a escola antes da escolha definitiva observando questões como:

- Primeiros socorros em caso de acidente
- Planos de retirada em caso de incêndio
- Segurança dos brinquedos e da estrutura física geral [sacadas, escadas e etc];
- Vizinhança [terrenos baldios, ruas movimentadas e etc];
- Entrada e saída da escola [retirada da criança da escola de forma segura, como é feita a identificação dos cuidadores que irão retirar a criança];
- Conversar com os professores e equipe pedagógica, pedir informações sobre o projeto pedagógico e rotinas da criança enquanto ela estiver na escola;
- Investigar se os valores que a escola defende são condizentes com os que você deseja passar para a sua família;
- Garantir que a criança terá direito e espaço para brincadeiras e diversão e que o conjunto de atividades proposto pela escola favorece o seu desenvolvimento integral

Todos esses aspectos - e outros que possam estar trazendo alguma insegurança aos pais devem ser investigados à exaustão. Mas, além disso, é bom que os pais também estejam cientes dos motivos que os levaram a colocar a criança na escola. Muitos pais optam por colocar os filhos em creches/escolinhas por que precisam trabalhar ou mesmo por que acreditam que lá pode proporcionar um ambiente que trabalhe a estimulação de forma mais adequada; outros optam por levar o filho para escola para que ele possa conviver mais com outras crianças, para brincar ou porque eles entraram na idade escolar. Enfim, seja qual for o motivo, ele existe e se houve essa necessidade os pais não precisam sentir culpa.

Desse modo, a percepção de que a criança está em um local com bom padrão de segurança, aliada a percepção do ganho educacional que ela terá e livres de uma possível culpa, deixará os pais mais confiantes e aptos a passar segurança para a criança. Então, caso no momento da ida à escola, caso a criança esboce uma atitude negativa, o pai/mãe pode ajudá-la verbalizando o que a criança pode estar sentindo e/ou através de gestos [ carinho, uma linguagem própria da criança e etc]. Por exemplo. existe crianças que sentem, entre outras coisas saudade do cuidador ou medo de ficar longe do pai por muito tempo, mas muitas vezes não sabem o que sentem ou não conseguem expressar através de palavras, então nesse momento o cuidador que estiver conduzindo à escola pode verbalizar seu sentimento dizendo que sabe que ela sente falta do "papai" ou "mamãe" e explicar os motivos da ida à escola [é um lugar onde você vai aprender muitas coisas; vai fazer amigos; estará seguro enquanto o papai e a mamãe trabalha e etc]. Outras crianças imaginam que algo de mau possar acontecer com os pais enquanto elas estão na escola, então nesses casos é bom que o pai/mãe, lhes assegure que vai se cuidar e que logo voltará para pegá-lo.

Aqui vale ressaltar que nos casos de crianças que já passaram por um trauma, [como uma situação de violência urbana], e, ela demonstre que seu medo está associado a esse evento, o ideal é procurar ajuda especializada.

Uma última dica para as crianças que estão indo pela primeira vez à escola, é não alterar de forma brusca suas rotinas de sono [acordar muito mais cedo do que ela costumava, por exemplo], começando a prepará-la nesse sentindo umas duas semanas antes do início das aulas. Outra coisa legal é realizar essa mudança na sua rotina durante o período de férias dos pais [mãe e/ou pai]. Nesse caso, além de poder administrar a mudança de rotinas, o pai/cuidador pode optar por levar a criança no primeiro dia de aula, deixando-a ficar por 1 hora. Nos dias seguintes pode aumentar alguns minutos de acordo com a adaptação da criança até que ela possa ficar o período desejado.

Por fim, é preciso lembrar que nos casos em que a criança permanece relutante durante mais de um mês, é indicado que o pai/mãe procure a equipe pedagógica para checar o que está acontecendo.

Ana Paula Veiga - Psicóloga Infantil - CRP 08/18064
Especialista em Neuropsicologia Infantil - UNICAMP
Mestranda em Psicologia Forense - UTP

www.psicolcare.net

domingo, 5 de janeiro de 2014

ANO NOVO, ROTINAS NOVAS!

No começo do ano, muitas famílias passam por mudanças que predizem novas rotinas de vida.Outras aproveitam o início de uma novo ciclo no tempo para estabelecer metas e mudanças. Em um primeiro momento, processo de adaptação nem sempre é fácil, sobretudo quando não ficam claros para todos os membros da família. Organizar horários e rotinas, parece uma coisa simples, mas na verdade requer organização e disciplina!!!

Se a casa possui crianças fica bem mais fácil inseri-las de forma ativa na nova programação diária através de instrumentos como calendários ou roteiros com as tarefas e horários. Caso haja maiores dificuldades em alguma atividade específica um programa de recompensas pode ser válido, porém vale lembrar que as recompensas não devem ser vinculadas à compras/presentes  e sim à créditos pessoais  e preferencialmente estar associadas à tarefas [elogios, medalhas e etc] ou prêmios que envolvam atividades recreativas [1 hora à mais no game; um passeio no final de semana e etc].

Para ajudar os pais nesse momento, estamos disponibilizando alguns modelos de Calendários e Roteiros que utilizamos na clínica com nossos clientinhos.



Nesse Calendário Semanal, podemos escrever os horários e atividades [ou colar figuras que representem essas atividades], facilitando a acomodação dessa rotina tanto para os cuidadores como para a criança.




Já essa ficha, pode ser usada para fazer um roteiro das atividades que as crias dão um pouquinho mais de trabalho para cumprir, tanto durante o dia [acordar, escovar os dentes, tomar café, vestir a farda e etc], como durante à noite [tomar banho, vestir o pijama, deitar na hora certa e etc]. Nesse caso, os pais podem usar também como ficha de recompensa, pintando as estrelinhas nos dias que tudo for feito como combinado e ao final concedendo a recompensa.

Vale lembrar que qualquer mudança ou programação pode, de acordo com a idade da criança, ser construída com a ajuda da mesma, ou seja, é bom que a própria criança ajude a elaborar  sua programação diária - contato que ela aborde todas as rotinas necessárias para sua saúde e bem-estar. Nesse momento, normalmente surgem os porquês [por que tenho que acordar cedo, por que tenho que comer verdura e etc], então os pais devem aproveitar para explicar que toda aquela programação existe para beneficiar a saúde e bem-estar de todos e que as recompensas [quando existirem] são bônus - deixando claro que a maior recompensa é a que naturalmente se adquire cumprindo a rotina.

BOA SORTE E UM FELIZ 2014 À TODOS!!!

Ana Paula Veiga - CRP 08/18064
Psicóloga Infantil - Especialista em Neuropsicologia [UNICAMP]
Mestranda em Psicologia Forense [UTP]

www.psicolcare.net

sábado, 2 de novembro de 2013

TRÊS BRINCADEIRAS QUE AMAMOS E AS CRIAS TAMBÉM!!!

Desde o final de setembro, cada final de semana, dediquei a uma brincadeira que me fazia feliz quando eu era criança e descobri que, além de serem brincadeiras baratas, ainda me dão muita alegria e também à criançada de hoje.  

Desenhar na calçada: uma brincadeira divertida


1] DESENHAR NA CALÇADA

Bem, de início, eu não poderia deixar de relembrar [na prática] umas das brincadeiras que eu mais amava quando criança: fazer desenhos na calçada. Material necessário: giz!!! É bom lembrar que é necessário achar um local seguro, sem trânsito e com uma superfície que possa ser desenhada. Por sorte, tenho um lugar assim em frente a minha casa!!!

Meus desenhos favoritos
Também é bom lembrar que é muito fácil remover os desenhos feitos com giz usando apenas água. No dia que fizemos nossos desenhos a chuva que caiu em seguida se encarregou da limpeza, porém é bom que se explique às crianças a importância da limpeza após a brincadeira para que tenham noção do respeito e cuidado que temos que ter com os lugares públicos. Claro que não é tão fácil convencê-las a limpar 'suas artes' mas podemos tirar fotos e dizer que estarão salvas nas fotos - podemos, inclusive fazer quadrinhos com as fotos que tiramos dos desenhos.
Então, não preciso dizer que essa é uma ótima brincadeira para trabalhar psicomotricidade, pois as crianças ficam muito motivadas.


Além disso, podemos explorar o lado emocional e autoestima da criança, afinal elas expõem com facilidade, fatos que as estão incomodando ou que sejam motivo de felicidade, em desenhos. E no final, ficam orgulhosas de suas obras de artes, cabendo ao papai e mamãe registrar e expor em sua "galeria particular"!





2] BOLINHA DE SABÃO

Vamos lá adultos, não sei se realmente lembram a sensação maravilhosa que sentimos quando fazemos lindas bolinhas de sabão, mas se não lembram, não custa quase nada relembrar. Material necessário: água, detergente e varinhas de fazer bolha [existe também no mercado uns instrumentos que já vem preparados com tudo - uns pequenos que vendem em todos armarinhos e são baratinhos e uns maiores que fazem umas bolhas grandes e vendem em lojas de festinhas infantil].

Brincadeira: Bolinha de sabão.

Não posso questionar a eficácia dessa brincadeira em trazer sorrisos de felicidade, pois, se não for pela beleza das bolinhas, é pela própria execução da brincadeira - afinal, ao inspirar profundamente e soprar em seguida, acabamos por realizar um exercício de respiração - que tende a baixar o nível de adrenalina e/ou cortizol - melhorando sintomas de estresse/ansiedade em crianças e adultos!


3] ACAMPAMENTO NA SALA

Vamos lá, quem não fez? Por isso mamãe/papai, não surtem.. eu sei a bagunça parece que nunca acaba, mas vamos permiti-la só por um final de semana? E sabe esses finais de semana frios e chuvosos, ou aqueles que nossas crias estão meio dodoizinhos e não sabemos como distraí-los? Então,o acampamento na sala pode funcionar!


Acampamento na sala


Material necessário: Lençol, cobertor, travesseiros e parte dos seus móveis da sala. O ideal é permitir que a criança crie sua cabana, com os elementos que ela julga necessário, mas podemos auxiliar na montagem [garantindo a segurança] e fazer pontuações como: e se você sentir sede/fome/frio? Vocês podem apenas passar um tempo brincando ou até passar a noite em família - simulando um acampamento de verdade. De qualquer maneira podemos exercitar o trabalho em equipe, o papel de líder na criança, aproveitar para contar estórias [de terror ou não] e promover a integração da família. Vale a pena tentar!!!

Acampar na sala pode promover a integração da família


Até a próxima!!!




domingo, 20 de outubro de 2013

PUBLICIDADE INFANTIL: VAMOS PENSAR Á RESPEITO?

 Existe um movimento de pais, que defende com muita sabedoria o direito de nossos pequenos não serem agredidos e manipulados pela publicidade voltada ao consumismo e, na medida do possível, tenho acompanhado algumas divulgações - e tentado me engajar nesse projeto.

Bom, confesso que não sou nenhuma 'bandeira anticonsumismo ortodoxa', contudo, sempre me senti um pouco incomodada com certas propagandas, assim como com o fato de desenhos e filmes serem lançados, mais com o propósito de vender produtos, do que divertir e educar as crianças. Então, de uns tempos para cá, tenho tentado, me conter e comprar somente aquilo que é necessário, dar exemplo propagar e defender ideias que julgo justas e possíveis!

Bom, fazendo uma revisão no meu comportamento enquanto mãe, dona de casa e profissional, posso dizer que abrir mão de certas coisas, não foi tão difícil quanto parecia. Para começar, tento minar o mal pela raiz, ou seja, parar de achar que eu, minha filha e minha família 'precisamos' disso ou daquilo, só por que a maioria das pessoas conduzidas pela mídia diz que precisamos!

Por exemplo, há algumas semanas li em um blog uma crítica sobre a famosa 'lista de maternidade' [compras que as mães devem levar para a maternidade quando vão ter o bebê]. Claro que eu dei boas risadas lembrando dos absurdos que me obriguei a comprar, achando que minha filha não sobreviveria sem 'isso', ou pior, sentindo pena dela por não ter uma ou outra coisa material - que meu dinheiro não pôde comprar. Mas sabe quem implodiu esse tipo de pensamento na minha cabeça? Minha própria filha! Percebi que ela até deseja os brinquedos da moda, mas diverte-se muito mais com jogos feitos com sucata e material de artes e que os brinquedos que ela mesma produz passam dias em suas mãos e que ela se sente muito orgulhosa do próprio feito.

Outro exemplo é a linda [lindíssima mesmo] propaganda de uma famoso parque nos EUA, que induz os pais a pensar que se você não leva seu filho[a] lá enquanto criança, o mesmo vai perder a única oportunidade de viver um conto de fadas 'de verdade'. Claro que eu me senti uma péssima mãe por nunca ter levado a minha princesinha ao castelo encantado 'de verdade', mas eis que um dia a levo em um parque daqueles mais 'pobrinhos' e ao ver os elefantinhos voando, ela diz:

- olha mãe, parece os 'daquele parque da TV'

e eu [não colaborando em nada] digo:

- só faltaram as princesas, né?

 no que ela rebate:

 - mas FAZ DE CONTA que essas pessoas que tão aqui são príncipes e princesas!!!



O engraçado é que, quando ela falou isso, por uns segundos senti peninha dela, mas depois que a minha ficha caiu, nós nos divertimos muito, mas muito mesmo! Ela estava feliz por que [assim como nós adultos] as crianças não precisam ir para parques famosos, ter roupas de grifes, carros luxuosos e etc. para ser feliz, só precisam mesmo do básico para sobreviver com dignidade: casa, saúde, educação, pessoas que a amem e algumas brincadeiras. Isso parece tão óbvio e básico, mas infelizmente as discrepâncias socioeconômicas refletem seu formato no mundo infantil - ou seja, ainda existem muitas crianças no mundo que não tem acesso as essas coisas básicas e outras as têm em excesso - o que é tão prejudicial quanto não ter.

Claro que como a maioria das pessoas, eu também adoro comprar algo novo e de qualidade para mim ou para minha casa; gosto de viajar, passear e conhecer lugares novos; gosto do conforto e das facilidades proporcionadas pela tecnologia; e, acima de tudo, entendo que aqui no Brasil carro seguro é carro caro, bairro seguro é bairro caro, serviços em saúde e educação de qualidade são caros... e isso tudo nos levam à um outro nível de luta, não visando somente o bem de consumo em si, mas como uma ferramenta necessária para a sobrevivência.

Contudo, estou tentando estender essa luta não só à nível de conquistas pessoais necessárias à sobrevivência e segurança da minha família; mas também à nível de conquistas sociais, e isso inclui, entre outras coisas, tentar superar a imposição da mídia publicitária sobre nossas necessidades, refletindo, entendendo, divulgando trabalhos e vivências que venham a colaborar nesse processo de conscientização, e especialmente, convidando à todos os pais à participar dessa campanha, colaborando da maneira que lhes seja possível.



Por fim deixo algumas 'dicas possíveis' que estou adotando:

- Quando possível, comprar direto de quem produz [não só brinquedos, mas também roupas, lanches, móveis e etc]
- Incentivar a criança à produzir seus brinquedos [ter em casa sempre material de artes e sucata, ajuda]
- Conversar na escolinha para que os pais evitem que os filhos levem brinquedos "da moda" e passem a valorizar mais brinquedos artesanais [comprados ou feitos pela próprias crianças]
- Utilizar os serviços públicos, sempre que esses sejam equiparados [ou até mesmo um pouco inferior] aos particulares, contanto que isso não acarrete em riscos para à criança.
- Evitar propagandas em geral [usar DVD, mudar o canal e etc].

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

OS 5 PIORES LIVROS INFANTIS DE TODOS OS TEMPOS


Quando você era criança, alguém algum dia leu uma estória, meio estranha e que te deixou traumatizado? Pois é.. você não está sozinho!!! Achei meio bizarro, mas confesso que dei boas risadas lendo esse post, especialmente por que lembrei de algumas estórias trash-tale que contavam quando eu era criança. Mas voltando aos livros infantis, dos 10 livros citados no post, vou apontar os que, na minha opinião, são os 5 piores. Então, vamos ao ranking:

5. Hiroshima No Pika: Como todos os ocidentais sabem, uma coisa importante aconteceu em Hiroshima! E, sim, este livro para kindergartners é sobre isso!!! De acordo com o autor, o livro é baseado em um relato verdadeiro de uma mulher que leva seu filho para fora do raio de explosão enquanto carregava seu marido ferido nas costas. O que as crianças Pensam? Homens do céu pode nos matar, os nossos amigos e a nossa família a qualquer momento. Além disso , £*#@-se a América.


4. Eu desejo que papai não beba tanto: Acho que é realmente difícil de acreditar que um pai alcoólatra iria comprar este livro para o seu próprio filho, e podemos supor que, se um pai alcoólatra encontra a mãe lendo essa obra-prima, algo nada bm poderia acontecer. Então, quem é este livro? Minha teoria é que ele foi escrito para que as crianças com uma família funcional possam saber que realmente existem monstros no mundo , e às vezes eles se parecem com o papai. Porque, sim, nunca você é jovem demais para conseguir que lição de vida um pouco fora do caminho.


3. Às vezes, minha mamãe fica irritada: Já imaginou o que alguém com transtorno bipolar parece e soa como aos seus filhos ? A resposta é tão perturbador quanto podem imaginar, mas graças a este livro que você não tem sequer que desenvolver um transtorno mental de sua preferência para deixar os seus filhos conhecerem a depressão e o terror dessa experiência. O que eles estavam pensando? Doença mental em um dos pais é de partir o coração, e as crianças precisam saber que não é culpa delas e que eles podem recorrer a amigos e familiares para o apoio. Mas, o que as crianças pensam é: Não importa o quão normal de nossos pais parecem, eles poderiam facilmente surtar a qualquer momento e tentar nos afogar em uma banheira. Na verdade, o conselho bastante sólido, provavelmente salvou algumas vidas .


 2. O Poodle , Dachshund , Pug- Pinscher: Esta coleção alemã de histórias para crianças tem a
dupla distinção de ser o único livro desta lista a caracterizar uma abominação da natureza em sua capa e além disso, ser o único livro na lista de propaganda nazista. Contos lunáticos como a serpente venenosa, a tênia e o judeu Filthy ajudam a ensinar a criançada nazista uma série de lições valiosas. OK, na verdade, apenas uma lição! O que eles estavam pensando? Bem, para citar diretamente da fonte, "assim como a bactéria, os judeus trazem a peste e o declínio para os povos que infectam." O que as crianças pensam: Heil Hitler!


1. Love You Forever: sobre uma mãe que balança seu filho para dormir todas as noites de sua vida. E eu quero dizer todas as noites. Então, quando a mãe dele está idosa e acamada, ele vai ao seu colo e balançando e grita: Você me fez desse jeito! Claro, a mensagem era uma das mães de amor eterno, mas como uma criança tudo o que eu entendi foi a mamãe um dia morrer.



sábado, 28 de setembro de 2013

EM DEFESA DO FAZ DE CONTA


Hoje, gostaria de indicar aos pais a leitura do maravilhoso livro da Psicóloga Susan Linn "Em defesa do faz de conta".

Claro que nós, como pais e profissionais da educação e demais áreas, já havíamos nos deparado com a grande dificuldade dos dias modernos: Menos Tecnologia e mais Natureza e Humanidade, mas a visão da autora do livro sobre esse assunto é muito interessante.

O livro é lindo, e nos remete a muitas reflexões. Eu, por exemplo, pensei no quanto as pessoas mais velhas costumam contar as coisas com mais riqueza de detalhes, e como nós - nossa geração de pais - costumamos sempre abreviar os fatos e, às vezes, exigimos que os outros [inclusive as crianças] sejam breves também - poupando-nos dos detalhes sorTidos, interessantes e tal.

Bom, reflexões a parte, a mensagem principal do livro é a maneira como a exposição mal administrada da criança às mídias pode inibir sua capacidade de criar, imaginar e elaborar vários conteúdos emocionais. Explorando essa temática, a autora cita exemplos como o de um garotinho que desenha o Harry Potter diferente do personagem do filme [pois não tinha assistido] e expõe o julgamento desse desenho sob o ponto de vista outra criança [que já havia assistido o filme], como "errado".

Em outras palavras, mostra como características inatas do ser humano, como criatividade e autonomia, podem estar sendo subestimadas em detrimento de características como conhecimento pronto e obediência aos padrões.

Fica aí a reflexão; a dica para leitura; e o desafio para tecnologia e mídias de dar a volta por cima, implementando produtos e programas que sejam favoráveis ao desenvolvimento infantil e do potencial humano como um todo.